Maryland foi uma colônia desmembrada do território da Virgínia, concedida pelo rei Charles I ao 2o Barão de Baltimore (1605-1675), que herdou o direito de seu pai de fundar uma colônia na América do Norte. Baltimore como seu pai, ambos tinham o plano de criar uma colônia para os católicos ingleses que viviam marginalizados na Inglaterra. Como o 1o Barão de Baltimore havia conquistado o apreço do Parlamento e da Corte, Charles I lhe concedeu tal direito, mas ele faleceu antes de fundar sua colônia. Seu filho deu seguimento ao projeto e estabeleceu a cidade de St. Mary City, capital de Maryland ("Terra de Maria"). (SARSON; GREENE, 2016).
Embora Maryland fosse uma pequena colônia, situada no que hoje é o atual estado homônimo, sendo destinada a abrigar os católicos, ela acabou recebendo colonos anglicanos, batistas, puritanos e quakers, apresentando-se como um lugar de tolerância religiosa, já que na Virgínia a maioria da população era anglicana, embora houvesse batistas também, porém, os católicos, puritanos e quakers sofriam hostilidades. (VICKERS, 2011).
Maryland especializou-se no cultivo do tabaco, como a Virgínia, além de manter-se na fronteira entre os domínios ingleses e holandeses, já que ao norte situava-se a Colônia dos Novos Países Baixos.
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As terras da Província de Maryland, entre as colônias da Pensilvânia e Virgínia. |
5) Colônia de Connecticut (1636)
O rio Connecticut já tinha sido mapeado pelos holandeses, mas nunca deram interesse em colonizar aquelas terras, assim, em 1636, colonos de Massachusetts e Plymonth, interessados em desenvolver fazendas próximos aquele rio, reivindicaram a coroa direito de montar uma colônia ali. O rei então autorizou uma comunidade de puritanos liderada pelo reverendo Thomas Hooker para conduzir os colonos a se assentarem ao longo do rio Connecticut. Hooker ao lado do advogado e magistrado Roger Ludlow e do secretário Thomas Welles, redigiram as Ordens Fundamentais de Connecticut, uma breve legislação colonial pautada nos princípios cristãos do Puritanismo. (SARSON; GREENE, 2016).
Os colonos de Connecticut tiveram problemas com os indígenas do povo Pequot, no que originou a Guerra Pequot (1636-1638) logo no início da colonização. O conflito se deveu a reação dos indígenas em terem suas terras invadidas pelos colonizadores, gerando um conflito que se estendeu por dois anos, resultando em várias mortes e escravização dos Pequot. Além disso, o governo de Connecticut também chegou a estabelecer fazendas e assentamentos em Rhode Island, Nova Jersey e Nova York.
5.1) Colônia de Saybrook (1635-1644)
Saybrook foi uma pequena colônia fundada na foz do rio Connecticut, um ano antes da colônia de Connecticut ser fundada. Saybrook foi fundada por John Winthrop, o Jovem, filho do então governador de Massachusetts. Ele como o pai e seus amigos, eram a favores do republicanismo e apoiadores de Oliver Cromwell, o que gerou inimizade com os ingleses monarquistas. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
Além disso, existiam boatos que Cromwell, na época membro do Parlamento, enviaria recursos para seus apoiadores na América do Norte, o que tornaria Saybrook sua colônia patrocinada, mas na prática isso nunca chegou a acontecer. Nove anos depois, Cromwell que supostamente viajaria para conhecer seus apoiadores, nunca apareceu. Inclusive ele somente se tornou Lorde Protetor em 1653, numa época que a Saybrook já tinha sido anexada a Connecticut por ter perdido sua influência econômica e política.
5.2) Colônia de New Haven (1638-1664)
Em 1638 foi fundado o assentamento de New Haven por iniciativa do reverendo John Davenport e do mercador Theophilus Eaton. Todavia, naquele mesmo ano o pequeno núcleo urbano originou uma colônia própria, que formalmente nunca conquistou uma autorização definitiva da coroa para possuir sua autonomia, fato esse que os documentos da época até negam chamar New Haven de colônia, tratando-a como um assentamento rebelde ao governo de Connecticut. Mesmo assim, New Haven ainda resistiu por quase trinta anos antes de ser definitivamente anexada. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
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A colônia de Connecticut e as duas pequenas colônias de New Haven e Saybrook, que foram anexadas eventualmente. |
6) Colônia de Rhode Island (1636)
Aproveitando a fundação de Connecticut, o governo autorizou a criação de outra colônia na mesma época, agora situada em Rhode Island, mais para o sul. Oficialmente nomeada de Colônia de Rhode Island e Plantações de Providence. Tecnicamente a ilha já tinha sido habitada por colonos ingleses desde 1622, quando foi estabelecido o assentamento de Warren, no interior, fundado por colonos de Plymonth, mas ele acabou não se desenvolvendo adequadamente e foi atacado algumas vezes pelos indígenas do povo Pokanoket.
A realidade de Rhode Island somente mudou anos depois, quando o reverendo Roger Williams, liderando um grupo de puritanos, fundaram a cidade de Providence em 1636. A qual definitivamente levou a criação da colônia naquela região. Dois anos depois, o médico e reverendo John Clarke, o juiz William Coddington, entre outros, fundaram Portsmouth, e no ano seguinte surgiu Newport, oriunda dos mesmos idealizadores anteriores. Mais tarde, em 1642, foi criado o assentamento de Warwick por Samuel Gorton, tornando-se uma cidade. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
Rhode Island foi um caso atípico colonial, em que em poucos anos quatro assentamentos foram fundados e se tornaram cidades que conseguiram prosperar. A colônia ainda fundou outros assentamentos menores e conseguiu manter-se firme, adentrando a economia rural e comercial. Em 1663 o rei Charles II a tornou uma colônia real, passando-a para a administração direta do governo, embora isso não agradou a todos seus habitantes. Mais tarde, na Guerra do Rei Filipe (1675-1676), os colonos foram recrutados para lutarem no conflito, mas os moradores de Rhode Island, reivindicaram neutralidade. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
7) Colônia de Delaware (1664)
Delaware foi uma das três colônias surgidas em 1664 com a derrocada dos Novos Países Baixos, após a Inglaterra conquistar a capital dessa colônia, a cidade de Nova Amsterdã. Todavia, as terras de Delaware eram ocupadas desde 1638 por uma colônia de suecos. Num acordo de colaboração entre Holanda e Suécia, os holandeses decidiram ceder terras ao longo do rio Delaware para os suecos, os quais em 1638 estabeleceram a Colônia da Nova Suécia. Os suecos permaneceram ali cooperando com os holandeses e indígenas até 1655, quando o governo sueco desistiu da colônia e ela foi incorporada aos Novos Países Baixos. (VICKERS, 2011).
Em 1664 o coronel inglês Robert Carr invadiu o Delaware, saqueando a cidade de Nova Amstel. Em seguida ela foi ocupada e renomeada para New Castle, nome que conserva até hoje. Além da capital ser atacada, outras vilas, cidades e fazendas também foram saqueadas, havendo assassinatos e até escravização de indígenas. A invasão inglesa do Delaware foi mais brutal do que a conquista da ilha de Manhattan. (VICKERS, 2011).
Ainda em 1664 o Duque de York reivindicou que Delaware fosse anexada a Província de Nova York, mas o rei negou tal reinvindicação. Quase vinte anos depois, William Penn, importante quaker, então governador da Pensilvânia, reivindicou a anexação do Delaware em 1682. Mas a solicitação foi negada também. Delaware manteve sua autonomia até se unir aos Estados Unidos.
8) Província de Nova York (1664)
Nova York surgiu a partir da conquista de Nova Amsterdã em 1664, então capital dos Novos Países Baixos. Assim, as terras dessa colônia holandesa se tornaram na nova colônia inglesa. No entanto, suas fronteiras não foram mantidas. Com a derrocada dos Novos Países Baixos, seu território originou três colônias e algumas porções foram anexadas ao Connecticut e mais tarde a Pensilvânia (especialmente as terras interioranas). (SARSON; GREENE, 2016).
O proprietário da nova colônia era o Duque de York (posteriormente tornou-se o rei Jaime II), o qual era irmão do rei Charles II, que naquele início reivindicou várias terras que se estendiam para além dos domínios holandeses. No final, ele conseguiu manter parte do território, conseguiu o Maine e o interior de Massachusetts, privilégios de ser irmão do rei. Em 1673 os holandeses cercaram a cidade de Nova York e a ocuparam por alguns meses, na tentativa de recuperar sua colônia, porém, um acordo foi proposto. Pagar-se-ia uma indenização a Holanda. O governo aceitou e liberou a cidade.
O governo do Duque de York investiu bastante em fazendas para ocupar os doze condados pelos quais eram divididos a colônia, além de haver uma grande concentração de mão-de-obra no comércio e nos portos. Para suprir a demanda, houve um aumento considerável do tráfico negreiro, o que tornou Nova York uma das colônias inglesas com maior quantidade de africanos e afro-brasileiros ainda no final do século XVII. (SARSON; GREENE, 2016).
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Mapa da Província de Nova York e outras colônias vizinhas além de territórios reivindicados no interior.
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9) Província de Nova Jersey (1664)
Diferente do Delaware, a Nova Jersey não foi uma colônia planejada originalmente. Ela surgiu em consequência de uma grande dívida que o Duque de York possuía com o vice-almirante e barão George Carteret, o qual era um dos proprietários da Província da Carolina (1663-1712), uma colônia que viria a ser dividida em duas no século seguinte. Devido a influência do vice-almirante e a enorme dívida do Duque de York, esse propôs ceder parte das terras ao sul de sua colônia para quitar a dívida. (SARSON; GREENE, 2016).
Carteret aceitou o pagamento da dívida pelas terras cedidas pelo duque, e solicitou do rei Charles II autorização para estabelecer uma colônia ali. O monarca concedeu a autorização e Carteret nomeou o local de Província de Nova Jersey, em referência a Jersey, lar de seus antepassados.
Para atrair colonos e investidores para sua colônia, o Barão Carteret autorizou a liberdade de fé, isso levou colonos puritanos, quakers, batistas, huguenotes, católicos e até judeus a migrarem para Nova Jersey. Vale lembrar que na Inglaterra havia preconceito com outras religiões e em algumas colônias isso foi mantido também. Carteret colocou seu filho para governar a colônia e nos anos seguintes cidades foram sendo fundadas como: Newark (1666), Piscataway (1666), Bergen (1668), Woodbrige (1669), entre outras. (VICKERS, 2011).
A partir de 1674 a província foi dividida em duas partes, Jersey Oriental e Jersey Ocidental para fins de administração, que na prática a fez ter dois governadores e duas capitais. Ou seja, houve duas províncias. Essa divisão perdurou até 1702, quando Jersey se tornou uma colônia real, sendo reunificada. (SARSON; GREENE, 2016).
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Território do estado de Nova Jersey, baseado na antiga província. |
10) Província da Pensilvânia (1681)
A nova colônia foi concedida por carta régia do rei Charles II ao quaker William Penn Jr, condição essa que ele chamou sua colônia de Pensilvânia ("Floresta de Penn"). As terras doadas como pagamento de uma dívida do monarca para o pai de Penn, o almirante Sir William Penn. O filho aceitou a oferta e viajou para Delaware, subindo o rio e indo tomar posse da sua colônia. (CHITWOOD, 1961).
Por ser um quaker relativamente influente, William Penn conseguiu convencer famílias de sua religião a migrarem para a nova colônia. Penn também negociou com o povo Delaware para permitir que permanecessem em suas terras, mas se tornassem parte da colônia, ajudando no desenvolvimento da mesma e pagando tributos. As negociações duraram de 1682 a 1684. (CHITWOOD, 1961).
Além de quakers e indígenas, a Pensilvânia atraiu colonos alemães, escoceses e irlandeses. Por consistir numa colônia com vastas terras pelo interior, havia muito espaço para se constituir plantações, pastos, além da exploração de minas e das florestas. A Pensilvânia também conseguiu fazer bastante negócios com sua vizinhas, o que ajudou no seu desenvolvimento econômico.
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Mapa da antiga Província da Pensilvânia, parte desse território compreende hoje o estado da Pensilvânia. |
11) Província da Carolina do Norte (1716)
As terras que viriam a ser as colônias das Carolinas já tinham sido ocupadas décadas antes, inclusive a primeira tentativa de estabelecer uma colônia lá, data de 1629, porém, na época o pedido foi negado pelo rei. Mais tarde a Virgínia se apossou de algumas terras do que viria a ser a Carolina do Norte. Em 1663 o rei Charles II para recompensar o apoio que recebeu de oito nobres, criou a Província da Carolina naquele ano, dividindo-a em oito partes. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
Em 1669 os Lordes Proprietários decidiram dividir a administração da colônia, por julgarem-na muito extensa, o que dificultaria seu governo. Assim, o norte foi chamado de Província de Albermarle e o sul foi nomeado de Província de Clarendon. Apesar dessa divisão, problemas administrativos acometeram as duas colônias, levando-se a criar o cargo de vice-governador em 1691, para gerir Albermarle. Mais tarde, algumas revoltas entre 1708 e 1710, pressionaram os Lordes Proprietários a realizarem mudanças políticas nas colônias. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
Somente em 1712 a Província de Albermarle foi renomeada para Carolina do Norte, recebendo novo governo e sendo oficialmente separada de sua irmã, a Carolina do Sul. Na prática renomeou-se apenas a colônia. Ainda assim, ela notabilizou-se pelos investimentos rurais, adotando o sistema de plantations praticado em larga escala na Virgínia, até Nova York. A Carolina do Norte destacou-se no cultivo do tabaco e do açúcar, tendo uma população de escravizados elevada, além de ter recebido imigrantes alemães e irlandeses.
Em 1729 o governo comprou as propriedades de sete dos oito Lordes Proprietários, tornando a Carolina do Norte em colônia real. O único a não vender seus direitos foi a família Carteret, que manteve-se dona das terras até 1776, quando a colônia se tornou parte dos Estados Unidos. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
12) Colônia da Carolina do Sul (1716)
A história da Carolina do Sul é similar da sua irmã no norte. Ela surgiu em 1669 com a Província de Clarendon, surgida da divisão da antiga Província da Carolina. Mas somente em 1712 ganhou seu atual nome. Assim, como a colônia nortenha, a do sul também se destacou com o cultivo de tabaco e açúcar, uso da mão de obra escrava.
No entanto, diferente do norte onde a administração estava melhor controlada pelos Lordes Proprietários, no sul, irregularidades e corrupção ocorria, isso levou o governo a interferir em 1719, passando a nomear os governadores coloniais. Dez anos depois, o direito de posse dessa colônia foram comprados pela coroa, tornando-a uma colônia real. No entanto, a Carolina do Sul passou por outro problema, devido a sua extensão para o sul, julgou-se que aquela porção do território estava administrativamente infrutífera e descolonizada, então decidiu se separar o sul e criar nova colônia. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
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Mapa mostrando as fronteiras da Província da Carolina, depois da Carolina do Norte, Carolina do Sul e a Geórgia. É possível ver também a Virgínia e a Flórida. |
13) Província da Geórgia (1732)
Enquanto a Carolina do Norte estendeu-se rumo ao interior, a Carolina do Sul teoricamente detinha terras até a fronteira com a Flórida, como estabelecido por um acordo em 1665. Na prática tais fronteiras nunca foram efetivamente alcançadas por décadas, levando os colonos da Carolina do Sul se limitarem a fronteira delimitada em 1663. Todavia, em 1732 o governo britânico julgou que havia a necessidade de criar nova colônia para tentar colonizar aquele território julgado desocupado, assim surgiu a Geórgia, a última das Treze Colônias.
A carta patente foi concedida ao general James Oglethorpe pelo rei George II, a quem em retribuição nomeou a colônia em homenagem ao monarca. Oglethorpe tomou algumas medidas controvérsias na época, como leis comportamentais rígidas, trocar o sistema rural da plantation pela pequena propriedade, o que não agradou os latifundiários, diminuir o uso de mão de obra escrava, fornecer segunda chance para ex-criminosos e degradados. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
Na prática as medidas de Oglethorpe e seus sucessores prejudicaram o desenvolvimento da Geórgia, até que finalmente adotou-se os sistema da plantation e da escravidão, mesmo que a contragosto dele. Além disso, a Geórgia era tida como uma colônia "tapa-buraco", formada para ocupar terras ao norte da Flórida, para evitar que os espanhóis tomassem aquele território. Por conta do subdesenvolvimento econômico e déficit em colonizar a região, em 1755 a Geórgia se tornou uma colônia real, passando a ser controlada pelo governo, que nos vinte anos seguintes, tentou reverter esse atraso. (KAVENAGH; MORRIS, 1973).
Considerações finais
Em 1754 as colônias britânicas se expandiam para o interior, adentrando territórios franceses e espanhóis. No caso da França, essa mobilizou povos indígenas a seu favor e iniciou uma guerra contra os ingleses, originando a Guerra Franco-Indígena (1754-1763), tratando-se do primeiro grande conflito enfrentado pelas colônias. (VICKERS, 2011).
Para piorar a situação dos colonos, a Inglaterra ingressou na Guerra dos Sete Anos (1756-1763), o que a levou a dirigir parte de sua marinha, exército e recursos para esse conflito, deixando que os colonos em muitos casos tivessem que lidar sozinhos com os problemas na América do Norte. A condição da Inglaterra ter entrado simultaneamente em duas guerras, onde os franceses estavam entre seus inimigos não apenas comprometeu a relação entre os dois países por alguns anos, mas acarretou em vários gastos para a coroa britânica, assim como, levou ao desenvolvimento de um sentimento de patriotismo dos colonos norte-americanos, pois parte deles consideraram que o rei os havia abandonado. Assim, em colônias do centro e do norte, surgiu mais rapidamente a defesa de ideários republicanos e nacionalistas. (VICKERS, 2011).
Com o término das duas guerras, o governo britânico estava com uma enorme dívida financeira devido aos gastos com os conflitos, isso levou a aumentar os impostos sobre as colônias ocidentais e orientais. No caso das Treze Colônias vários políticos, intelectuais e lideranças políticas e religiosas se manifestavam publicamente contra isso, alguns com discursos mais contundentes apontavam que a vitória sobre os franceses e indígenas foi graças a união dos colonos em confrontá-los com seus próprios homens e recursos, já que a coroa pouca ajuda enviou.
Esse descontentamento foi acirrando-se pelos dez anos seguintes até que surgiram grupos separatistas, pregando a república e a democracia, lutando pela independência das colônias. Finalmente isso culminou em 1776 com o rompimento total, resultando na Independência dos Estados Unidos da América, formado por treze colônias que decidiram se unir e criar uma nação republicana. Evidentemente que a Inglaterra não aceitou isso, e assim teve-se início a Guerra de Independência Americana (1776-1781) para finalmente assegurar a soberania do novo país. (VICKERS, 2011).
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Primeira bandeira dos Estados Unidos em 1776, possuindo treze estrelas e treze faixas, representando as colônias fundadoras. |
Referências bibliográficas:
CHITWOOD, Oliver. A history of Colonial America. New York, Harper, 1961.
KAVENAGH, W. Keith; MORRIS, Richard B (eds). Foundations of Colonial America: A Documentary History. New York, Chelsea House Publishers, 1973.
SARSON, Steven; GREENE, Jack P (eds.). The American Colonies and the British Empire, 1607–1783. Abingdon, Pickering & Chatto, 2016.
VICKERS, Daniel (ed.). A Companion to Colonial America. Hoboken, Wiley, 2011.
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