O colonialismo europeu ultramarino ou ultramarítimo teve início no século XV no período das Grandes Navegações ou Era dos Descobrimentos, quando os reinos de Portugal e Espanha iniciaram suas navegações através do Oceano Atlântico para desbravar terras na África e nas Américas, vindo a fundar colônias. Mais tarde os franceses, ingleses e holandeses seguiram tal caminho. Por sua vez, no século XVI o expansionismo colonial europeu chegou aos oceanos Índico e Pacífico.
Essa expansão colonial pelo mundo estendeu-se do século XV ao XX, perfazendo mais de quinhentos anos de colonização, que atingiram as Américas, a África, a Ásia e a Oceania. Por sua vez, no século XIX, o colonialismo entrou numa nova fase, agora não mais impulsionada pelo mercantilismo, mas pela revolução industrial, no que resultou no neocolonialismo e na política do imperialismo.
A historiadora Alayne Azhalay (2024) define o imperialismo como um conjunto de práticas políticas, econômicas, sociais e culturais de caráter colonial, que vigoraram entre os séculos XIX e XX, motivados principalmente pelas grandes potências da época, no intuito de fundar ou manter colônias pelas Américas, África, Ásia e Oceania, sustentando práticas exploratórias, racistas, xenofóbicas e opressivas para poder se aproveitar dos recursos dessas colônias e de sua mão de obra barata (as vezes escrava também), o que ajudava a sustentar a economia capitalista industrial-colonial.
Azhalay (2024) comenta que o imperialismo foi um forte entrave para inibir e atrasar a independência de territórios americanos, africanos e asiáticos, pois as nações colonizadoras se negavam a aceitar a emancipação de suas colônias, isso acarretou numa era de guerras, revoltas, genocídios, miséria e violência generalizada. Assim, as colônias americanas foram conquistar sua independência no século XIX, através de guerras. Já a África, a independência tardou bem mais, pois as últimas colônias foram emancipadas na década de 1970, apesar disso, o estrago feito gerou guerras civis em vários países. Na Ásia, territórios coloniais também somente foram emancipados no século XX, em diferentes épocas.
O historiador Achille Mbembe (2022) salienta que o imperialismo aplicou práticas que ele chamou de brutalismo, conjunto de medidas autoritárias e opressivas, que perpassavam através da política, da economia, das leis e dos costumes. Dessa forma, o brutalismo do imperialismo manteve a escravidão e o tráfico negreiro (abolindo-os somente quando era conveniente), um pesado racismo estrutural, a desvalorização as culturas nativas em detrimento de forçar aculturação dos colonos, adotando idioma e costumes das nações colonizadoras; o roubo de artefatos, bens materiais e históricos para preencher os museus europeus e estadunidenses; a exploração desumana da mão de obra livre e pobre; o desenvolvimento industrial e tecnológico somente quando era conveniente para estabelecer estradas de ferro, rodovias, portos e pontes; danos ambientais graves causados pela mineração, o desmatamento e a caça predatória.
Com base nessas práticas, as potências mundiais do período como as nações europeias do Reino Unido, França, Alemanha, Rússia, Portugal, Espanha, Itália e Bélgica, somadas aos Estados Unidos e as potências asiáticas da Turquia Otomana e do Japão Meiji, consistiram nos países que aplicaram o imperialismo e maior ou menor grau entre os séculos XIX e XX, destaque para o Reino Unido, que na época consistia o Império Britânico, o mais poderoso e rico império colonial do período. Inclusive várias narrativas de mundo perdido fazem referência a personagens britânicos que viajam pelo mundo. (HOBSBAWM, 2012).
Dessa forma, o imperialismo rompeu com a hegemonia de dominação europeia, permitindo que nações como os Estados Unidos, Turquia e Japão pudessem entrar nessa disputa. Apesar disso, os dois últimos países perderam forças no século XX. A Turquia com o fim do Império Otomano, foi reduzida ao seu atual território na década de 1920, por sua vez, o Japão com o término da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), perdeu seus territórios ocupados na Coreia, na China e em outras ilhas. Ademais, países tradicionalmente colonizadores como Portugal e Espanha, também perderam suas colônias, o mesmo ocorreu com a Alemanha, a Rússia, a Itália e a Bélgica também perderam suas colônias.
Na década de 1980, com a crescente difusão dos estudos pós-coloniais e mais tarde com o surgimento da teoria decolonial, manter colônias era algo considerado obsoleto, injusto e até desumano, pois os sistema colonial fomentava uma série de preconceitos e desigualdades sociais, além de outros tipos de violências legitimadas. Assim, os países imperialistas foram emancipando suas colônias na África e na Ásia, no entanto, algumas nações buscaram formas de contornar essa problemática. Uma delas foi abandonar o uso do termo colônia por território ou departamento ultramarino, além de conceder um pouco mais de "autonomia" a tais territórios para evitar revoltas e revoluções.
Dessa forma, chegamos ao caso de que ainda no século XXI, alguns países mantém suas "colônias", agora repaginadas, recebendo legislações próprias, reconhecimento de cidadania, direito ao voto, mas sem serem anexadas aos seus países soberanos. Além disso, os territórios ultramarinos podem corresponder a ilhas, arquipélagos inteiros, cidades costeiras e até grandes regiões como o caso da Guiana Francesa, o único do tipo.
Os território ultramarinos dos Estados Unidos
Atualmente os Estados Unidos são a nação com mais territórios ultramarinos, totalizando 16 deles, o que inclui várias pequenas ilhas desabitadas. Os americanos começaram a conquistar território ainda na segunda metade do século XIX, quando estenderam sua influência sobre a América Central e o Caribe, disputando o controle de territórios com os espanhóis, ingleses, franceses e holandeses.
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| Os territórios ultramarinos dos Estados Unidos. Em laranja e azul suas principais possessões, em verde suas ex-colônias e em vermelhos e roxo territórios menores. |
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| Localização de Porto Rico no Caribe. |
Outro aspecto a ser salientado é que desde a década de 1940 há medidas para se evitar protestos que lutem pela independência de Porto Rico, fato esse que o movimento emancipatório praticamente desapareceu. Em 2020 um referendo mostrou que 52% dos porto-riquenhos queriam que Porto Rico se torna-se um estado americano, enquanto o restante não opinou ou defendeu a independência do território.
Ainda em 1898, além de obter Porto Rico, os americanos também conseguiram dos espanhóis pelos acordos do Tratado de Paris, a concessão de exploração das Filipinas, direito de explorar aquele vasto arquipélago que foi mantido por décadas. Todavia, os filipinos se opuseram a troca de subordinação, ocorrendo a Guerra Filipino-Americana (1899-1902). Apesar da revolta filipina, eles perderam o conflito e foram anexados como colônia.
Os EUA somente desistiram das Filipinas devido ao contexto da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) por conta da invasão japonesa ao arquipélago. Fato esse que os EUA decidiram emancipar as Filipinas em 1946, porém, mantiveram a ilha de Guam sob seu domínio, já que o território é bastante estratégico para fins militares naquela região do Pacífico, estando a meio caminho da China, Japão e Coreias. Ademais, Guam também é ponto turístico e se conecta com as Ilhas Marianas do Norte, arquipélago também habitado e controlado pelos americanos.
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| Localização da Ilha de Guam, território americano no Pacífico Norte. |
Neste ponto é preciso fazer uma distinção. As ilhas Samoa compreendem o território geocultural dos povos polinésios, além disso, existe o país Samoa, antiga colônia alemã e depois neozelandesa, que ganhou independência em 1962. No entanto, nem todas as ilhas samoanas conquistaram a soberania, a parte oriental do arquipélago foi ocupada pelos Estados Unidos na primeira metade do século XX e até hoje se mantém como seu território ultramarino. O idioma oficial é o inglês e lá se faz uso do dólar. Sua capital e maior cidade é Pago Pago.
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| Localização da Samoa Americana e de Samoa. |
Os território ultramarinos do Reino Unido
Enquanto a maior parte dos territórios ultramarinos dos Estados Unidos se concentra no Oceano Pacífico, o Reino Unido possui o controle de ilhas e costas em diferentes localidades, totalizando 14 territórios ultramarinos sob sua jurisdição. A maioria fica situada no Caribe, resquício de suas colônias dos séculos XVIII e XIX por aquela região. Atualmente as ilhas Anguila, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Cayman, Monteserrat, Ilhas Turcas e Caicos são as possessões britânicas no Caribe, que seguem habitadas por pequenas comunidades, vivendo principalmente do turismo. Vale ressalvar que o Reino Unido já teve mais territórios coloniais como Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Índia.
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| Territórios ultramarinos do Reino Unido. |
Além disso, a localização das Cayman é bastante favorável, estando situada entre Cuba, Jamaica, México, Guatemala e Nicarágua, tornando-a facilmente acessível de navio, barco e avião por esses países, além de rota de cruzeiros. A ilha é conhecida por ter vários hotéis e resorts, pois o turismo de luxo é um dos seu principais negócios.
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| Localização das Ilhas Cayman no Caribe. |
Ambos os assentamentos seguiram coexistindo, mas poucos anos depois os franceses abriram mão de sua pequena colônia, passando-a para os espanhóis, mas os ingleses mantiveram a sua até 1774. Os espanhóis renomearam sua pequena colônia nas Malvinas para Puerto Soledad, mantendo-o operante até 1811, quando a entregaram a pescadores. Neste ponto começou a disputa pela ilha. Na década de 1820, os americanos estavam interessados naquelas ilhas por conta de sua posição estratégica nas rotas para caça a baleias e focas, só que os argentinos informalmente controlavam o arquipélago. Para piorar a situação vinte anos depois os britânicos voltaram a se interessar pelo arquipélago e alegavam que uma das ilhas era deles, pois tinha sido povoada em 1764.
Os americanos optaram em desistir da disputa pelas Falklands, sobrando aos argentinos tentar ganhar o controle do arquipélago, o que acabou não dando certo, pois os britânicos gradativamente foram retomando o controle daquelas ilhas, estabelecendo novos assentamentos por lá. A culminância da disputa ocorreu na Guerra das Malvinas (1982), quando os britânicos derrotaram mais uma vez os argentinos e asseguraram o controle das Malvinas até hoje. Inclusive a população local prefere estar sob jurisdição britânica por uma série de vantagens, a começar pela condição de terem direito a cidadania britânica, havendo muitos escoceses e galeses vivendo no arquipélago; fazerem uso da libra e terem suporte da Marinha Real, diferente da economia argentina que está em crise a vários anos. Por outro lado, o isolamento da ilha atrasa a chegada de recursos, além de que a população tem envelhecido bastante, pois os jovens optam em ir para a Inglaterra ou para outros países.
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| Localização das Falklands e sua capital Stanley. |
Outro território ultramarino britânico importante e polêmico é Gibraltar. Enquanto outros territórios aqui comentados são ilhas, Gibraltar é uma porção de uma península encrustada no sul da Espanha. Geograficamente o Estreito de Gibraltar é a conexão entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico. Um local bastante estratégico por conta disso, mas também por ser o lugar com menor distância entre a Europa e a África. Assim, devido a tal valor estratégico de estar na porta de entrada de um oceano com um mar, e na rota mais estreita entre dois continentes, controlar o estreito gerou guerras ao longo da História.
Porém, por muito tempo os espanhóis mantiveram ele sob seu controle, apesar da ameaça de árabes, franceses, marroquinos, ingleses etc. No entanto, a realidade mudou após o término da Guerra de Sucessão Espanhola (1701-1714), longo período de conflito para assegurar a nova dinastia espanhola, no que resultou na intromissão de países como França, Inglaterra, Portugal, Países Baixos, Áustria e Sacro Império, os quais cada um reivindicava o direito de sugerir o próximo rei da Espanha ou firmar acordo de casamento com o novo monarca. De qualquer forma, o término do conflito chegou com a assinatura do Tratado de Utrechet (1713-1715), em que vários acordos envolvendo territórios coloniais foram negociados, além de acordos comerciais e diplomáticos. No caso da Inglaterra, essa obteve os territórios de Gibraltar, a ilha de Minorca e a Nova Escócia.
No caso de Gibraltar, a Espanha posteriormente tentou reaver o território, os franceses também tentaram conquistá-lo na época das Guerras Napoleônicas (1804-1815), mas falharam. Atualmente Gibraltar consiste em uma cidade que conta com aeroporto, porto, base da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), agências, escritórios etc. Gibraltar foi crucial para as atividades militares britânicas durante as Guerras Mundiais, embora tenha perdido bastante importância desde a década de 1950.
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| Vista da cidade de Gibraltar. |
Outros territórios ultrmarinos britânicos importantes são as três ilhas que formam Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha. No passado tais ilhas quase no meio o Atlântico Sul, foram descobertas pelos portugueses, mas os ingleses as colonizaram, mantendo-as sobre controle estratégico para abastecimento de rotas marítimas, até hoje. Inclusive Santa Helena ficou historicamente famosa por ser a prisão-domiciliar de Napoleão Bonaparte, deposto em 1815, onde residiu na ilha até sua morte em 1821.
Os território ultramarinos da França
O Império Francês também teve suas possessões marítimas, tendo ocupado várias ilhas, embora perdido alguns territórios importantes como o Canadá e a Indochina. Atualmente a França possui 12 territórios ultramarinos, a maioria são pequenas ilhas pelo Caribe como São Martinho, São Bartolomeu, Guadalupe e Martinica, sendo ainda habitada, reflexo das Antilhas Francesas; no Oceano Índico temos Reunião e Maiote. Tais ilhas foram o que restou da dominação francesa sobre Madagascar e as Ilhas Maurícia. No entanto, sua "colônia" mais famosa é a Guiana Francesa.
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| Os territórios ultramarinos franceses. |
Em 1946 a Guiana Francesa perdeu seu status de mera colônia e foi elevada ao de departamento ultramarino, passando a ter mais alguns "privilégios", como cidadania francesa, mais tarde passou a usar o euro e pertencer a União Europeia e a Zona do Euro. A Guiana Francesa também detém direito a representação na Câmara Federal e no Senado, tendo dois deputados e dois senadores que representam os interesses desse departamento, diferente do caso de Porto Rico, das Falklands e outros territórios ultramarinos britânicos, onde não há representação política.
Apesar disso, a Guiana Francesa segue como um território de grande desigualdade social, legado dos tempos da escravidão e dos sistema colonial da plantation, o país também carece de infraestrutura adequada, moradia e trabalho. A população que tem dinheiro, opta em se mudar para França, ou cruza a fronteira para ir trabalhar no Suriname ou no Brasil. Assim, a Guiana Francesa é a última "colônia" em terras continentais na América do Sul, já que as outras são ilhas.
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| Mapa da Guiana Francesa. |
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| Mapa da Polinésia Francesa. |
Outro conjunto importante de territórios ultramarinos franceses, fica situado no Oceano Índico, entre Madagáscar e as Ilhas Maurícia. Ali se situam Reunião no Arquipélago das Mascarenhas e Maiote no Arquipélago das Comores. É preciso salientar que ambos os arquipélagos não estão sob controle de um único país. Suas ilhas foram divididas entre distintas nações, no caso da França, eles conseguiram Reunião e Maiote, sendo que a ilha de Reunião é uma das mais prósperas da região por conta de fazer uso do euro, sendo colônia francesa desde o século XVII, servindo de base de apoio para as expedições ao Índico.
Atualmente Reunião ainda conserva uma economia baseada em seu legado colonial, produzindo açúcar, rum e algumas especiarias. A pesca também tem espaço importante ao lado do turismo. A população atual de Reunião é de cerca de 900 mil habitantes, composta por africanos de distintos países da costa oriental, por franceses, indianos e gente de outros países asiáticos. Todos detém cidadania francesa e o governo pode enviar representantes para o Senado Francês.
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| Localização da ilha de Reunião. |
Os território ultramarinos dos Países Baixos
Durante os séculos XVII e XVIII os Países Baixos, ou popularmente chamados de Holanda, foram uma potência econômica mundial. Através de suas companhias de comércio, se conquistou colônias pelas Américas, África e Ásia, destacando-se a colonização de parte da Indonésia (especialmente da ilha de Java), da África do Sul, do Nordeste do Brasil e de Nova Amsterdã (atual cidade de Nova York). Mas enquanto essas colônias foram perdidas com o tempo, os holandeses mantiveram o controle de pequenas ilhas no Caribe.
As ilhas que já foram chamadas de Antilhas Holandesas, terminologia que caiu em desuso somente em 2010. Apesar disso tais ilhas ainda seguem vinculadas ao Reino dos Países Baixos, sendo elas Aruba, Curaçao e Bonaire (as três estando próximas da Venezuela), São Martinho, Santo Eustáquio e Saba, localizados no norte das Pequenas Antilhas. Dessa forma, os territórios ultramarinos holandeses são divididos por duas siglas: ABC em referência as três primeiras ilhas e SSS, em referência as demais ilhas, as quais são menores.
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| Mapa mostrando os territórios ultramarinos holandeses. Em laranja Aruba; em azul Curaça; em vermelho Santo Martinho; o verde inferior Bonaire, os verdes superiores Saba e Santo Eustáquio. |
Os território ultramarinos da Espanha
No passado colonial a Espanha já foi detentora de vários territórios ultramarinos, destacando-se Cuba, Jamaica, Hispaniola (Haiti e República Dominicana), Porto Rico etc. Todavia, outros territórios como as Ilhas Canárias, foram incluídas na divisão oficial do país, sendo uma região autônoma ("província de além-mar"). Sendo assim, atualmente a Espanha possui poucos territórios ultramarinos (chamados de plazas de soberania), que incluem pequenas ilhas no Mediterrâneo, já que suas ilhas na Oceania foram vendidas aos alemães em 1899. Porém, seus dois territórios mais importantes são duas pequenas cidades situadas na costa do Marrocos.
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| Territórios ultramarinos espanhóis no Mediterrâneo, chamados de plazas de soberania. |
Além da posição estratégica para assuntos militares no Mediterrâneo e na costa norte africana, Ceuta atua como zona franca, possuindo incentivos fiscais para investimentos locais, além de porta de entrada para imigrantes que buscam cidadania espanhola, quando passam a morar na cidade por alguns anos e depois migraram para a Espanha. A mesma situação vale para a cidade de Melilha, também situada no Marrocos, mais ao oeste de Ceuta.
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| Localização de Ceuta e Melilha, cidades ultramarinas da Espanha. |
Territórios ultramarinos que foram incorporados aos seus países
- Havaí - Estados Unidos
- Madeira e Açores - Portugal
- Canárias e Ilhas Baleares - Espanha
- Córsega - França
- Groenlândia e Ilhas Faroe - Dinamarca
- Tasmânia - Austrália
- Ilha de Páscoa - Chile
- Galápagos - Equador
- Zanzibar - Tanzânia
- Socotra - Iêmen
- Andamão, Nicobar e Lakshadweep - Índia












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