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Leandro Vilar

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Constantino e o Cristianismo

Constantino I ou Constantino, o Grande (272-337), entrou para a história romana como o primeiro imperador romano a se converter ao Cristianismo. Contudo fica em aberto a seguinte questão, será que ele teria feito isso por pura devoção ou fora uma jogada política? Constantino antes de se tornar cristão, era um homem devoto inicialmente ao culto dos deuses romanos, ele próprio se comparava como sendo descendente do herói Héracles (Hércules), posteriormente em suas campanhas militares no Oriente tivera contato com o culto do Deus Sol Invictus, ligado ao Mitraísmo. Contudo sua aparente devoção ao deus dos cristãos só viria no ano de 312, quando este estava prestes a travar uma dura batalha contra o imperador Maxêncio. Nesta época o império romano estava dividido em porção Ocidental e Oriental, assim havia um governo com dois imperadores e dois césares (seus sucessores), no final eram quatro líderes que comandavam o império, algo que não se mostrou tão viável assim. O projeto de uma tetrarquia havia sido concebido poucos anos antes, pelo imperador Diocleciano o qual havia governado de 284 a 305. Diocleciano fora o responsável por reestruturar o império o qual se encontrava em crise e uma de suas medidas fora sua redivisão territorial em duas metades, a criação de novas províncias, dioceses (aqui diocese refere-se a uma organização administrava a qual fora adotada pela Igreja Católica posteriormente), etc.

Assim, após ter abicado do trono em 305 juntamente com Maximiano, imperador do Ocidente, Diocleciano deixou como sucessor Constâncio Cloro (250-306), pai de Constantino. Constâncio tinha como césar, Galério e no Oriente o sucessor de Maximiano fora Maxêncio e o seu césar Lícinio. Constâncio morrera em campanha militar na Bretanha, então seu filho, Constantino fora eleito pelo seu próprio exército sucessor direto de seu pai, indo de encontro ao direito de sucessão deixado para Galério, fato este que o imperador do Oriente Maxêncio não reconheceu Constantino como novo augusto (nome dado ao imperador nessa época) do Ocidente, assim uma guerra entre os quatro monarcas se iniciou.

Oficialmente Galério era o imperador do Ocidente, mas tivera que disputar seu poder com Constantino. Em 311, Galério morrereu e Constantino assumiu o cargo de imperador, contudo Maxêncio ainda não o aceitava como novo monarca. No ano de 312 na noite anterior a Batalha da Ponte Milvio contra as forças de Maxêncio, Constantino tivera um sonho no qual aparecia uma cruz, e nesta estava grafado a seguinte frase: In hoc signo vinces (sob este signo vencerás), com isso antes da batalha começar Constantino ordenou que os seus soldados pintassem o tal símbolo cristão, o lábaro em seus escudos, e de certa forma isso acabou lhe trazendo sorte, e eles venceram a batalha. Outras versões dizem que não fora um sonho, mas sim uma visão. Constantino andando pelo acampamento teria visto uma cruz no céu. Alguns historiadores sugerem que ele teria visto um meteoro ou estrela cadente e considerado como um presságio divino.

O lábaro ou cristograma de Constantino. Símbolo no qual o imperador teria visto em um sonho. Existem outros tipos de cristograma.
Depois desta vitória, Constantino mostrou interesse em se converter ao Cristianismo. Vendo deste ponto pode se dizer que fora um ato de devoção, o qual viria a se reafirmar e a se fortificar quando em 313, Constantino juntamente com Lícinio o novo imperador do Oriente, assinaram o Édito de Milão, no qual proibia-se a perseguição aos cristãos, e legaliza o culto do Cristianismo pelos povos do império. Contudo, tanto Lícinio como outros membros da elite romana ainda se mantiveram ligados as antigas tradições e não enxergaram com bons olhos tal lei.

De qualquer forma, Constantino passou a ser bem quisto pelos cristãos, isso não terminaria por aí, ele ainda era um homem que possuía outras ambições. Nos anos seguintes Constantino governou conjuntamente com Lícinio até ordenar a morte deste em 324, e finalmente passar a ser regente único. Nesse meio tempo, Lícinio havia se tornado cunhado de Constantino, por ter se casado com uma de suas irmãs, mesmo assim isso não impediu que ele ordenasse a morte do cunhado. Além deste crime, Constantino também é acusado de ter ordenado a morte de um dos filhos e de uma das esposas, sobre o acusações de traição e conspiração, de toda forma, mesmo com as mãos sujas de sangue, ele se mantivera como um líder importante.

Em 325 ocorreu sob a organização e convocação do imperador o Concílio de Niceia, o qual fora o Primeiro Encontro Ecumênico da História. Neste concílio, o imperador reuniu os altos bispos do império a fim de reformular a doutrina cristã.

"Esse primeiro concílio em Niceia foi importante não apenas para a formulação da doutrina cristã, mas como o primeiro exemplo de cesaro-papismo. Constantino pretendia que a Igreja Cristã fosse estatal, tendo como chefe o imperador. Em sua gratidão, os cristãos não lhe fizeram objeção". (RUNCIMAN, 1977, p. 21).

"Assim, parecia chegar ao fim o velho antagonismo entre a Igreja Cristã. Não lhe era mais necessário atribuir-se descendência de Hércules ou Apolo: tinha uma nova santidade que redimiria todos os seus pecados. O sangue de seus rivais, de seu filho e até de sua mulher, manchava-lhe as mãos, mas para o mundo ele era o Isapostolos, o igual aos Apóstolos, o Décimo-Terceiro deles". (RUNCIMAN, 1977, p. 21).

No concílio questões de ordem doutrinária e política foram tratadas. Não me reterei a falar acerca destes devido a extensão do assunto, de qualquer forma alguns dos fatos tratados diziam respeito, a questão do arianismo, o qual punha em debate a essência de Jesus Cristo, se ele fora homem ou deus; a questão sobre o batismo dos heréticos, a perseguição aos cristãos realizadas pelo imperador Diocleciano que levou ao Cisma do bispo Milécio de Licópolis; perseguição aos prisioneiros de Lícinio; definição da data da Páscoa, estatuto sobre questões administrativas e clericais; a organização dos livros que iriam compor a Bíblia, etc.

Alguns fatos como a questão da Páscoa oscilar a cada ano, e preceder um período de quarenta dias desde a quarta-feira de cinzas, a chamada quaresma fora debatida nessa época. Além disso, a organização da Bíblia que hoje temos é basicamente igual a daquela época, onde fora se retirado os chamados evangelhos apócrifos e outros textos.

Outro fato, é que posteriormente também fora decidido, fora a data do Natal, já que no Novo Testamento não se menciona a data de nascimento de Jesus Cristo, assim Constantino decidiu que essa data deveria ser celebrada no dia 25 de dezembro, dia que corresponde ao nascimento do deus Mitra, lembrem-se que o mitraísmo era uma religião influente entre o exército romano, e o próprio imperador fora adepto desta. Além disso, a data 25 de dezembro marca entre alguns povos pagãos a comemoração do solstício de inverno, período em que começa-se a celebrar a espera da vinda da primavera e com esta o início das plantações. Assim, tal data não fora escolhida por mero acaso, os próprios romanos comemoravam a Saturnália no mês de dezembro, festas realizadas ao deus Saturno, deus da agricultura, justiça e do tempo. Embora a Saturnália termina-se antes de 25 de dezembro, alguns aspectos dessa celebração embasaram os primeiros ritos natalinos daquele tempo.

Enfim, Constantino fora o responsável por apaziguar a perseguição aos cristãos por um tempo, essas ainda voltaram a ocorrer anos depois. Ele também fora o primeiro imperador romano a se declarar cristão, organizou um concílio que estruturou questões da doutrina cristã, de sua organização secular, e do livro mais importante da cristandade, a Bíblia. Constantino teve suas contribuições, mesmo assim isso não o tornara um santo, devido a seus atos traiçoeiros. Mas suas iniciativas foram importantes pois deram o ponta-pé para que a Igreja Católica se firma-se de fato em Roma, embora já se encontra-se ali desde o século I, a Igreja nestes primeiros séculos devido a perseguição fora duramente combatida.

NOTA: Fora o imperador Teodósio I que decretou o Cristianismo como religião oficial do Império Romano. Teodósio governou de 378-395.
NOTA 2: A mãe de Constantino, Helena era uma cristã devota, ela chegou a realizar uma peregrinação a Jerusalém e trouxe desta algumas relíquias sagradas. Após a morte desta e de seu filho, ambos ainda eram figuras bem queridas entre alguns cristãos daquela época.
NOTA 3: Em 330, Constantino fundou a cidade de Constantinopla a qual se tornaria a futura capital do Império Bizantino, império que herdaria o legado cristão do Concílio de Niceia, originando o Cisma do Oriente em 1054, o qual separou a Igreja Católica, formando a Igreja Católica Romana e a Igreja Católica Ortodoxa.
NOTA 4: O cesaropapismo tivera origem com Constantino e posteriormente outros imperadores cristãos chegaram ao ponto de deter o poder imperial e pontifico.  Negando a autoridade suprema do papa a frente da Igreja.
NOTA 5: Constantino pode ter sugerido a data para o Natal, mas a prova mais antiga que se tem de que o Natal passou a ser celebrado no dia 25 de dezembro, data do governo do imperador bizantino Justiniano, o Grande (483-565).
NOTA 6: Embora se disse-se cristão, Constantino apenas se batizou no final da vida, quando sentia que iria morrer. Por tal fato, alguns historiadores questionam se realmente ele tinha fé nesta religião, assim como sua mãe possuía. 
NOTA 7: Constantino chegou a ser chamado por alguns de o "Décimo Terceiro Apóstolo". 

Referências Bibliográficas:
MENDES, Norma Musca (Organizadora), Repensando o Império Romano: perspectiva socioecônomica, politica e cultural. Rio de Janeiro, Mauad, 2006.
BALDSON, J. P. V. D. O Mundo Romano. Rio de Janeiro, Zahar, 1968.
GRIMAL, Pierre. A Civilização Romana. Lisboa, Ed. 70, 1988.
RUNCIMAN, Steven. A Civilização Bizantina. 2a edição. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1977.

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23 comentários:

Ivani Medina disse...

A história do surgimento do cristianismo faz parte da sua doutrina (Atos), não da história propriamente dita. Não se pode considerar o acatamento do Novo Testamento como científico, pois não é.
Discordo que Constantino seja o pai do cristianismo, a despeito da sua participação. Quando ele nasceu o cristianismo contava com mais de século de existência. Constantino conheceu Lactâncio na corte de Diocleciano, na qual o filósofo cristão conspirava abertamente contra o sistema religioso que sustentava a tetrarquia.
Portanto, os cristãos primitivos (possivelmente) nunca pisaram em Jerusalém e pertenciam as classes abastadas. A pátria do cristianismo foi a Ásia Menor e não a Palestina. O Novo Testamento continua a ser um arranjo literário sem confirmações históricas. O motivo do surgimento do cristianismo foi o crescimento do proselitismo judaico nos três primeiros séculos. O cristianismo é o antídoto grego (com o apoio de uns poucos latinos) contra o judaísmo.

http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/a-antiga-dec-ncia-crist
http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/e-o-mundo-ocidental-quase-foi-judeu



Leandro Raliv disse...

Obrigado por seu comentário. Sugerirei vossos textos indicados para os meus leitores.

Ivani Medina disse...

A religião percebida como um instrumento político é bem diferente de quando é percebida como um instrumento de aperfeiçoamento moral. A tendência é que ela seja apreciada preferencialmente pela segunda possibilidade. No entanto, é sob o ponto de vista secular que faço essa reflexão a respeito da origem do cristianismo. Conheça um pouco mais a respeito da maior farsa histórica de todos os tempos. Visite a página do livro A Origem do Cristianismo em Reflexão, no Facebook:
https://www.facebook.com/aorigemdocristianismoemreflexao?ref_type=bookmark
E adquira o seu exemplar em:
http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1702&idProduto=1734

Tania Soares disse...

A respeito de Constantino ser o décimo terceiro apostolo, não é verdade. O 13º foi Matias. Está em Atos, 1:15-26.

Leandro Vilar disse...

Tania Soares seu comentário é bastante pertinente. Todavia, o fato de Constantino ter sido chamado por alguns de "o 13 apóstolo" não condiz com uma representação da Igreja Primitiva, mas estaria mais para um reconhecimento popular.

Por exemplo, os chamados "santos populares" que não são reconhecidos pela Igreja Católica, mas para seus fiéis eles são santos independente desse reconhecimento oficial. Nesse sentido, para alguns cristãos romanos, o imperador teria sido esse "Décimo Terceiro Apóstolo".

Claudio Nascimento disse...

Otimo, estudo
Constantino ele foi fundador da primeira igreja denominacional, ou seja uma igreja formada com o homem no centro da atenção, Deus não era exaltado, mas sim os cleros e liturgias, dogmas feitos por homens, ali começa a grande apostasia, o homem se afastara de Deus, e dera ouvidos a homens escarnecedores, que buscavam somente Poder.

Ivani Medina disse...

Quando iniciei minha pesquisa diletante acerca da origem do cristianismo, eu já tinha uma ideia formada que pode parecer esdrúxula: nada de Bíblia, teologia, mitologia e história das religiões. Todos os que haviam explorado esse caminho haviam chegado à conclusão alguma. Contidos num cercadinho intelectual, no máximo, sabiam que o que se pensava saber não era verdade. Dentro desses limites reina a teologia e não a história. É isso o que a nossa cultura espera de nós, pois não tolera indiscrições. Como o mundo não havia parado para que o Novo Testamento fosse escrito, o que esse mesmo mundo poderia me contar a respeito dessa curiosidade histórica? Afinal, o que acontecia nos quatro primeiros séculos no mundo greco-romano, entre gregos, romanos e judeus? Ao comentar o livro “Jesus existiu ou não?”, de Bart D. Ehrman, exponho algumas das conclusões as quais cheguei e as quais o meio acadêmico de forma protecionista insiste ignorar.

http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

Leandro Vilar disse...

Ivani esse protecionismo que você apontou, em parte advém do fato de que o Ocidente é cristianizado, em outras palavras, muito dos preceitos morais, históricos, sociais e culturais que hoje possuímos, foram herdados de culturas europeias cristianizadas ao longo da Idade Média e Moderna.

Marc Bloch uma vez disse o seguinte:

“O Cristianismo é uma religião de historiador. Outros sistemas religiosos fundaram suas crenças e seus ritos sobre uma mitologia praticamente exterior ao tempo humano; como Livros Sagrados, os cristãos têm livros de História, e suas liturgias comemoram, com os episódios da vida terrestre de um Deus, os faustos da Igreja e dos santos. Histórico, o Cristianismo o é de outra maneira, talvez mais profunda: colocado entre a Queda e o Juízo, o destino da humanidade afigura-se a seus olhos, uma longa aventura, da qual cada vida individual, cada "peregrinação" particular, apresenta, por sua vez, o reflexo; é nessa duração, portanto dentro da História, que se desenrola, o eixo central de toda meditação cristã, o grande drama do Pecado e da Redenção”. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2001, p.42.

De fato, alguns historiadores deixam sua crença interferir em seus estudos e juízes de valores, daí alguns não tocarem em determinados assuntos sobre a as veracidades bíblicas, a existência de Jesus Cristo e seu ministério; as origens do cristianismo; os martírios, a perseguição aos cristãos, etc.

Todavia, um historiador independente de sua fé, ou de for agnóstico ou ateu, ele não deve deixar sua fé interferir em seu trabalho. De fato, isso na prática não ocorre.

Manoel Costa disse...

E muito bom o estudo mais vcs só lê mais não sabê de nada sobre a escrituras sagrada e cristianismo lê mais

Ronaldo Superup disse...

Muito boa a resposta Manoel.

Unknown disse...

O que pode-se observar é quê:
O Constantino foi um "Articulador político" da sua época. Pois desde cedo passou a frente de seu irmão no direito de sucessão. E tramou premeditadamente a morte daqueles que não aceitavam a sua "Inquisição". Pois segundo o que prega no cristianismo verdadeiro, é o arrependimento e correção da sua vida.
E não somente auto declarar-se para obter maior aceitação de seu povo, com intenção de amenizar os ânimos.
Pelo contrário da doutrina que ele disse ter se convertido. Ele realizou ou planejamento político, para manter-se ainda mais controle sobre todos. Com isso criou sua própria religião, e deslocou homens para funções que "tentam substituir Deus!"
Pois ele desvinculou a figura de Deus invisível, e passou todo o mérito que perdura até hoje por um alto e organizado sistema de sucessão de falsos Deuses.
Com tudo esse regime de mistura de culturas, religiões, e "dedo Constantino". Gerou muitas perseguições e mortes ao longo dos anos que podem ser atestadas facilmente por um breve estudo cronológico da história mundial.
Trazendo grandes prejuízos a humanidade e a própria história.
E lamentavelmente muitos hoje cegamente defendem esse constantinismo pesando ser cristianismo.

Unknown disse...

Se diz que Constantino é o pai do catolicismo devido ter cido o mesmo que fez a união das religiões cristã e as romanas.
Dando principal origem a maioria dos preceitos da igreja católica.
Fora que foi bem claro que ele fez uma jogada política,para maior a poio e expansão territórial.

Jefferson Gonçalves disse...

Nos dias de constantino avia uma variedade de seitas, Deuses originados dos babilônios, dos Gregos, dos Persas enfim uma variedades de deuses, constantino pode até, ter visto este sinal da "cruz" mas convenção de fato não ouve, até porque o evangelho que cristo estabeleceu no primeiro seculo, fora um evangelho de amor ao próximo e de submissão, e o que nos vemos a partir deste é um autoritarismo sem limites, um homem ambicioso ao estremo e claro sem temor a Deus.

Contudo o edito de Milão e o consílio de Niceia foi a pior coisa que aconteceu em toda a historia do cristianismo, com isso Constantino fez uma salada mista de deuses que se originou na igreja católica manchando assim o verdadeiro evangelho de cristo que diz: (Só existe um Deus para ser adorado e esse se chama Jesus Cristo o Nazareno) porque dele por ele, para ele são todas as coisas...

Julio Sergio disse...

Está cheio também de incrédulos que negam a veracidade das escrituras sagradas e rejeitam a soberania e amor do verdadeiro Deus e salvador dos homens: Nosso Senhor Jesus Cristo.

Julio Sergio disse...

Pois é,o inferno está cheio de Constantinos e de "boas" intenções.

Lenice Lopes Santos disse...

Se observarmos bem,Deus deixou uma doutrina de amar somente a Deus de gênesis a apocalipse,e os apóstolos a implantaram nas igrejas de roma.
Porém após Constantino interferir,fundir a igreja com a política,foi introduzido a adoração aos santos,culto aos santos.começou aí a idolatria dentro da igreja e durou mais de dez séculos,os chamados cristãos não tinham acesso a Bíblia sagrada,apenas aos costumes desse imperador dos infernos.
Quando Deus decidiu anunciar novamente sua lei,levantando Martin Lutero,que propagou o protestantismo,que nada mais é do que o desejo de servir a Deus,e conhecer o evangelho segundo a Bíblia Sagrada;e não através de costumes que muitos hoje nem sabe de onde veio.

Lenice Lopes Santos disse...

Se observarmos bem,Deus deixou uma doutrina de amar somente a Deus de gênesis a apocalipse,e os apóstolos a implantaram nas igrejas de roma.
Porém após Constantino interferir,fundir a igreja com a política,foi introduzido a adoração aos santos,culto aos santos.começou aí a idolatria dentro da igreja e durou mais de dez séculos,os chamados cristãos não tinham acesso a Bíblia sagrada,apenas aos costumes desse imperador dos infernos.
Quando Deus decidiu anunciar novamente sua lei,levantando Martin Lutero,que propagou o protestantismo,que nada mais é do que o desejo de servir a Deus,e conhecer o evangelho segundo a Bíblia Sagrada;e não através de costumes que muitos hoje nem sabe de onde veio.

Thiago Kallys disse...

Parabens pelo ponto de vista, conconcordo visto que estudando sua historia encontro que muito foi mudado na religiao pensando apenas no ambito politico, o papa é a prova de que quando religiao e poder caminham juntas o homem sempre cede à segunda.

Evelyn Anete Barreiros Alves disse...

Eu, na idade de 25 anos mais ou menos, comecei a questionar o dia 25 de dezembro. Nunca acreditei que Jesus tinha nascido nesse dia como também nunca acreditei nas histórias que contam dele, como seu pai José e sua mãe maria. Jose era um homem muito bom e generoso e pertencia a uma alta casta e Maria era sua empregada na casa de sua família. José apaixonou-se por Maria, e assim casou-se com ela. O filho Jesus foi um homem com elevada mediunidade e curava as pessoas pela mãos, sendo o maior Reikiano que já existiu. Maria Madalena não era prostituta como dizem. Jesus é a Luz do universo e eis a razão de ser Jesus Cristo.

Unknown disse...

A igreja católica não segue os princípios bíblicos, não reconhece a autoridade de Deus como supremo, como dito no texto, são idólatras a ídolos imagens......

Julio Junior disse...

Correto, como dito, a igreja católica definiu várias datas na época de Constantino.

Lenon Andre disse...

A igreja católica tem muita importância nos dias de hoje.
Serve de exemplo para muitas igrejas que se diz ser de Cristo.
Falam dela mais imitam seus costume.
A final o dinheiro ainda fala mais alto.
Oque devemos fazer e ora para que Deus levante homes e mulheres com o verdadeiro pensamento cristão.que Deus nos abençoe.

Unknown disse...

Décimo terceiro não ele substituiu Judas o Iscariote seguindo a sequencia dos doze